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Poeminha humanitário
que ilusão
a droga sonha tudo eu não e objeto e inimigo não me distingo das rédeas em que não me dirijo a droga é um interstício entre mim e todos meus indícios homem nada me proclama o atestado de sujeito ou de quem ama a droga resulta inumana nada do que é sujeito lhe reclama apenas um inteiro indício de que a vida nem é chama
Aurélio Aquino
Publicado em 05/06/2010 às 22h51
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